quinta-feira, 15 de julho de 2010

Legião Urbana: vinis da banda serão lançados em setembro

De acordo com o site Laboratório Pop, o relançamento da discografia da LEGIÃO URBANA em vinil acontecerá no mês de setembro.
O relançamento, que engloba desde a estréia "Legião Urbana" (de 1984), terá os álbuns "A Tempestade" (ou "Livro dos Dias", de 1996) e "Uma Outra Estação" (álbum póstumo lançado em 2007, um ano após a morte de Renato Russo, que encerrou a carreira da banda), que até então só haviam sido lançados no formato CD. Cada álbum terá capa dupla e no seu encarte terá fotos inéditas e depoimentos dos remanescentes Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá e de pessoas que trabalharam com a banda, onde serão reveladas histórias sobre a gravação de cada álbum.
Dado Villa-Lobos declarou ao Laboratório Pop que está ansioso pelo relançamento da discografia da banda em vinil e ainda fez comparações do vinil com o formato CD: "Tinha lado A e lado B. A música que abria o lado B sempre era uma especial do repertório. O LP tinha essas magias. Na época, o CD foi uma coisa super-esperada, e deu no que deu: virou MP3. Acredito totalmente no resgate do vinil. Mal comparando, é que nem você ver um vídeo digital e uma imagem em película".

Fonte: http://www.laboratoriopop.com.br/musica/reavaliando-a-obra-da-legiao-urbana-prevista-para-sair-em-vinil-dado-villa-lobos-condena-a-geracao-pop-das-dec

Metallica: relançamento limitadíssimo do primeiro disco

O primeiro disco de estúdio do Metallica, "Kill 'Em All", está ganhando uma versão exclusiva em disco de vinil vermelho-sangue.
O relançamento será feito pela Because Sound Matters e haverá apenas 1.000 cópias do disco para o mundo todo, e ele começa a ser vendido nesta quinta-feira, 15 de julho.

Fonte: http://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2010/07/14/metallica-two-door-cinema-club-morrissey/

Ozzy e Black Sabbath: orgia durante turnê relatada em livro

Matéria da Livraria da Folha mostra um trecho da biografia de OZZY OSBOURNE, "I Am Ozzy", onde ele relata uma orgia com o BLACK SABBATH num hotel onde a banda estava hospedada.
Confira o artigo no link abaixo.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/766128-ozzy-osbourne-e-black-sabbath-fizeram-orgia-durante-turne-leia-trecho.shtml

Ozzy Osbourne: "Esta será a minha última tour!"

Atualmente na estrada com a Ozzfest World Tour, Ozzy Osbourne declarou à revista alemã FHM que vai abandonar as turnês.
"Esta será minha última tour. Eu não quero mais ficar tanto tempo na estrada. Eu preciso ficar em um lugar por um tempo, é por isso que temos feito alguns intervalos."
Embora pretenda abandonar a estrada, Ozzy insiste em negar sua aposentadoria. "Eu tentei isso (aposentar) e foi absolutamente entendiante. Você não pode ir e falar, 'Estou me aposentando agora, e é isso'"
"Não demora muito e você vai embora de vez, então alguém joga a última pá de terra em um caixão com o seu nome gravado. Esse é o momento em que você se aposenta, quando você morre."

Fonte: http://www.music-news.com/shownews.asp?H=Ozzy-Osbourne-found-retirement-boring&nItemID=35355

Frozen Tears of Angels - Rhapsody of Fire

Os jornalistas especializados gostam de chamar os caras de “power metal sinfônico”. Uma parte dos fãs de metal brinca (alguns em tom até elogioso, outros em tom sacana) dizendo que eles fazem “nerd metal” e/ou “RPG metal”. E os próprios músicos já se auto-intitularam “Hollywood Metal” ou “film score metal”. Não importa o rótulo: quando se fala na banda italiana Rhapsody of Fire, já dá para saber que tipo de som vamos ouvir. Se você não gosta do gênero, portanto, que fique claro que é bom fugir de “The Frozen Tears of Angels”, o mais novo disco de Luca Turilli e seus comandados. Mas para quem gosta, a notícia não poderia ser melhor: estamos falando daquele que é o melhor álbum deles desde “Dawn of Victory”, o grande destaque de sua discografia. Sim, senhor, pode comemorar erguendo aos céus seu machado para matar dragões. O Rhapsody of Fire voltou mais épico, mais bombástico e, por que não dizer, mais heavy metal.

“The Frozen Tears of Angels” é a terceira parte da “Dark Secret Saga”, nova história de fantasia medieval de inspiração tolkieniana que vem permeando a obra do grupo. A saga conceitual começou em “Symphony of Enchanted Lands II: The Dark Secret” (2004), de longe o mais ambicioso e megalomaníaco disco da trajetória do Rhapsody, inflado de orquestrações, corais e demais recursos aos quais a banda só foi ter acesso com a superprodução de Joey DeMaio (baixista do Manowar).
Logo depois, foi a vez de “Triumph or Agony” (2006), bem menos deslumbrado, menos trilha sonora e mais metal, do jeito que deveria ser. Mas a banda ainda estava retornando aos eixos, retomando as rédeas da própria carreira depois dos muitos problemas profissionais envolvendo a relação com DeMaio e sua gravadora, a Magic Circle. “Triumph or Agony” ainda era um Rhapsody vacilante, tentando reencontrar a própria personalidade. Com “The Frozen Tears of Angels”, a pompa e a circunstância estão presentes como sempre, ou este não seria um disco do Rhapsody, claro. Mas o sexteto enfim põe novamente os pés no chão, colocando orquestrações e afins como acessórios para a música, e não o contrário. A principal estrela é a guitarra acelerada de Turilli, que continua tocando na velocidade da luz. Escute a instrumental “Labyrinth of Madness” e me diga se ele não está completamente em casa.
Para quem estava com saudades de canções como “Holy Thunderforce”, com aquele jeitão de hino épico como só o power metal nos proporciona, prepare-se: as ótimas “Crystal Moonlight” e “Raging Starfire” estão aqui para isso, com as doses certas de peso, melodia e refrões para sair cantando junto no minuto seguinte. No entanto, para provar que os caras não estão aqui para brincadeira, recomendo a audição de “Reign of Terror” – canção que tem lá seus corais e demais firulas, tudo bem. Mas que também é uma porrada veloz e furiosa, de guitarras quase thrash metal e com Fabio Lione cantando de maneira agressiva como quase nunca se ouve.
Em “The Frozen Tears of Angels”, o Rhapsody of Fire ainda manteve uma característica típica dos últimos discos e que vem se mostrando um acerto considerável: a obrigatória canção cantada em italiano. É o idioma natal dos caras e, vamos ser bem sinceros, pelo menos até agora tem encaixado muito bem com a sonoridade metálica. Aqui, temos a bonitinha “Danza di Fuoco e Ghiaccio”, uma espécie de balada de inspiração celta a la “Village of Dwarves”, que com certeza deve entrar no repertório das apresentações ao vivo da banda.
No fim das contas, para provar que este Rhapsody of Fire é uma banda de energias renovadas, que achou sua própria cara novamente mas que continua soando, afinal das contas, como os fãs sempre quiseram que o Rhapsody of Fire soasse, eles deixaram a faixa-título para o final. E estamos falando de uma composição enorme (com seus mais de 10 minutos), com diversas viradas, quebradeiras na bateria, longos e emocionados riffs...Se isso não é o Rhapsody of Fire mais puro e genuíno, juro que não sei dizer o que é.
Os anjos podem estar chorando. Mas os fãs do som do Rhapsody of Fire estão rindo à toa. E é isso que importa.
Line-Up:
Fabio Lione- Vocal
Luca Turilli – Guitarra
Dominique Leurquin – Guitarra
Patrice Guers – Baixo
Alex Holzwarth – Bateria
Alex Staropoli - Teclado
Tracklist:
1- Dark Frozen World
2- Sea of Fate
3- Crystal Moonlight
4- Reign of Terror
5- Danza di Fuoco e Ghiaccio
6- Raging Starfire
7- Lost in Cold Dreams
8- On the Way to Ainor
9- The Frozen Tears of Angels
10- Labyrinth of Madness
11- Sea of Fate (Orchestral Version)

Fonte: wiplash.net

As regras do Viking Metal

1. Você é, era e sempre será pagão.
2. Odin é tudo!
3. Tenha cabelo comprido.
4. Tenha uma barba maior do que o teu cabelo, mas lembre-se da regra #3.
5. Faça chapinha, os vikings não tinham isto, mas estamos no séc. XXI.
6. Não fale que você fez chapinha, para os outros é tudo natural.
7. Você só tem um propósito, ir para Valhalla, o resto é nada.
8. Seja fiel a Odin.
9. Odin não usa camisas, então você também não deve.
10. Odin não é gay.
11. Use calças apertadas, mas não tão apertada, lembre-se da regra #10.
12. Adote símbolos pagãos ou nomes pagãos, qualquer coisa, mas por favor lembre-se da regra #1.
13. Você é épico, mas não é power metal (regra #10).
14. Tua barba é teu símbolo de masculinidade.
15. Se você não possui uma barba comprida, não tem cabelo comprido e mesmo assim você toca numa banda de viking metal, você é do Enslaved.
16. Escute Enslaved, mas não admita que a sua inspiração vem deles. Lembre-se, Odin te inspirou. (regra #8).
17. Não seja como o Enslaved.
18. Se você não pode obedecer a regra #4, não se desespere, cubra a cara com o teu cabelo nos shows.
19. Não use roupas gays, lembre-se das regras #17 e #10.
20. Tenha machados e espadas vikings, tire fotos com elas ou até leve-as para o palco, mas não mate ninguém.
21. Matar é crime, e dá cadeia.
22. Se você vir o Dani Filth as regras #20 e #21, não são mais aplicadas a você.
23. Você tem um tema a seguir em todas as tuas músicas: Vikings. Se ficar repetitivo, não se preocupe ninguém entende o que você canta.
24. Ninguém deve entender o que você canta.
25. Se entenderem cante em uma língua que poucos conheçam. Tente Esperanto.
26. Sacrifique um cordeiro em homenagem a Odin, mas não deixe os teus vizinhos ficarem sabendo.
27. Não faça isto dentro de casa, sangue espirra.
28. O baixista também é um escolhido de Odin, não o maltrate.
29. Não siga a regra #28.
30. Não cobiçarás a valquíria do próximo, ainda mais se ele é um semideus.
31. Todos os seus clipes serão em cenários nórdicos.
32. Urre, berre, grite, mas não cante.
33. Odin criou os mamilos, não tenha medo de mostrá-los.
34. Depile bem seu peito nórdico para que seus mamilos fiquem à mostra (lembrem-se da regra #33).
35. Se doer demais, lembre-se, Odin também criou a depilação a laser.
36. Beba adoidado, fique bêbado, caia no chão, quebre o bar, mas só depois de ser famoso.
37. Sim, Jesus curtia Viking Metal. Veja regras #3, #4, #5, #6, #10, #14, #17, #24, #33.
38. Mulheres vikings não têm barba.
39. Mulheres vikings também não podem esquecer de se depilar.
40. Com um bom treinamento, elas podem ser domesticadas.
41. Você é viking e não black metal, então pode se utilizar das mulheres fora dos clipes.
42. Ahh, você poderá comer o cordeiro depois de sacrificá-lo.
43. Lembre-se, todo banging deve ser sincronizado, assim como o Amon Amarth.
44. Seja como o Amon Amarth.
45. Não, Amon Amarth não usa peruca, os cabelos deles são naturais, ver regra #6.
46. O baterista deve aparecer em apenas 6 por cento do clipe.
47. O baterista não é um animal de estimação, mas não o deixe solto, senão ele foge.
48. O baterista deve ser alimentado 3 vezes ao dia.
49. Tenha bases soladas e solos bases.
50. Não mate nenhum black metal, por mais que ele mereça. Não é culpa deles se eles foram molestados quando crianças (o caso da regra #22 é protegido contra esta lei, mas lembre-se da regra #20 e #21).
51. Todo Viking Metal gosta de aumentar as coisas, inclusive os mamilos e as regras.
52. Nunca faça comparações entre o mundo nórdico e a vida real, por exemplo "Querida, você é tão bela quanto o destroçar de 1000 corpos em brasa sendo atravessados por lindas flechas em meio a gritos de dor". Por mais que isto seja lindo, ela nunca vai entender.
53. Um verdadeiro guerreiro não precisa de camisinha, use o escudo.
54. Lembre-se, de costa você deve parecer uma moça, de frente um anão.
55. Não pareça com power metal nem com black metal. Lembrar-se das regras #17 e #10.
56. Não há lugar como o Valhalla, então não fique tentando encontrar o lugar perfeito.
57. Bases pesadas, bateria pesada, solo pesado, vocal pesado, baixista gay.
58. Guitarristas: criem um riff, repitam um riff, gravem um riff. Voalá, você tem uma música.
59. Guitarristas: criem uma música, repitam a música, gravem a música. Voalá, você tem um álbum.
60. Vocalistas: GDGGMHHFGDDDGHFTRTDFFG ODIN!!!!!
61. Não bote o dedo em tudo o que você ver, principalmente na boca do baterista.
62. Sua barba pode reter: fungos, bactérias, algas, líquens e alguns pequenos mamíferos, ou seja comida.
63. Lembrem-se, vocês são uma grande família, então todas as bandas devem soar iguais.
64. Não fale família, fale Clã.
65. Quando te perguntarem qual é o seu Deus, cite todos os deuses da mitologia nórdica, e explique toda a história, mas não cite nome algum, afinal você é o escolhido de Odin e não eles.
66. Não fale mitologia nórdica, fale religião nórdica.
67. Compre um chapéu viking bem estranho. Lembre-se: mais estranho, mais viking.
68. Quando for em um parque de diversões não saia do barco viking, afinal tem viking no nome, e na hora de ir embora reclame pois não era de verdade.
69. Cuide bem dos pequenos animaizinhos que vivem em sua barba, afinal eles são filhos de Odin, também.
70. Se alguém lhe perguntar o que você quer de natal, diga “O martelo de Thor!!!”.
71. Lembre-se, bote bastante ênfase no nome de “THOR!!!!”.
72. Beba, beba, beba, beba. Você não é um viking completo se não ficar bêbado pelo menos toda quarta-feira.
73. Vikings não trabalham, eles vão à guerra.
74. Se você alguma vez vir um power metal matando um black metal que estava fingindo ser um troll, pegue seu machado e mate os dois, o mundo não sentirá falta (esqueça das regras #20 e #21).
75. Vikings também tinham pança de cerveja. Orgulhe-se disto.
76. Sim, Manowar podia ser viking, mas Loki os levou para o caminho errado.
77. Odin = Bom. Loki = Ruim.
78. Amon Amarth = bom. Enslaved = ruim.
79. Lembre-se, você é viking e não reggae, então nada de bichinhos e fungos no cabelo, só na barba (regra #62).
80. Valhalla?? Três palavras: valquírias, valquírias, valquírias.
81. Mesmo se você tenha nascido no sertão do Ceará, se alguém perguntar de onde você vem, você deve falar “Das montanhas geladas do Norte”.
82. E se perguntarem onde você trabalha diga “Nas planícies de gelo do Noroeste onde nasce o fogo e o aço”. Você acabou de falar que trabalha numa metarlúgica na Groenlândia, mas não era pra ninguém entender.
83. O chapéu viking tem 2 utilidades: para usar na cabeça e como caneca de cerveja.
84. Se algum Black Metal te encher o saco, mostre-lhe uma terceira utilidade do chapéu viking.
85. Você é único, você e as outras mil bandas que soam iguais.
86. Você não é o Manowar, então não precisa ser bombado (lembre-se da regra #75).
87. Os únicos quadrinhos que prestam são os de “Hagar, o Horrível”.
88. Se duvidarem da sua masculinidade, mostre a barba. Se ainda duvidarem, mostre a espada. Se ainda duvidarem, mostre o machado. Se ainda duvidarem, considere-o o Dani Filth (regra #22).
89. Não monte uma banda, monte um exército nórdico.
90. O nome da banda deve ser bem nórdico. Se possível cite um deus no nome, exemplo “Thor’s Hammer of Frozen Death”.
91. Lembre-se, gelado é viking. Use-o sempre que puder.
92. Para os nomes das músicas use duas palavras totalmente antagonistas. Por exemplo “Warm Sun of Cold Plains” ou “Death Valley of Life”. Muito Viking, não?
93. Vikings são ecléticos. Tanto importa a espada, o machado ou a lança.
94. Uma música de viking metal é composta de três barulhos: urros (vocal), grunhidos (guitarras) e pancadaria (bateria).
95. Você me pergunta, e o baixista? Eu te respondo: está bêbado.
96. Quando chover, fique com raiva. A chuva estraga os seus drakkars.
97. Só porque o Viking Metal veio do Black Metal não significa que você deve pintar a cara. Lembre-se da regra #10.
98. Com um machado na mão, o que você quiser, você pode.
99. Você não é melhor do que os outros estilos. Os outros estilos é que são uma bosta.
100. Cervejaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!
101. Não se mostre demais. Senão acabarão descobrindo que você depila os mamilos.

Fonte: Wiplash.com

terça-feira, 13 de julho de 2010

FELIZ DIA MUNDIAL DO ROCK A TODOS

Clash Of Titans: Slayer, Megadeth e Anthrax reeditarão tour

A tour "Clash Of Titans", realizada em 1991, deve ser reeditada pelas bandas SLAYER, Megadeth e ANTHRAX em setembro. A turnê tem previsão de começar dia 24 de setembro e acabar dia 21 de outubro, com 20 apresentações.
Todas as apresentações da reedição do "Clash Of Titans" devem ocorrer nos EUA. As datas da nova turnê fazem parte da "American Carnage", onde as bandas SLAYER, Megadeth e TESTAMENT dividiram o palco.
A banda Megadeth anunciou que seu álbum "Rust in Peace" continuará sendo tocado na íntegra, o SLAYER tocará todas do "Seasons In The Abyss" e o ANTHRAX contará com Joey Belladonna nos vocais.
Na turnê original de 1991, a abertura dos shows ficou a cargo de uma banda então pouco conhecida, o ALICE IN CHAINS.

Fonte: http://www.roadrunnerrecords.com/blabbermouth.net/news.aspx?mode=Article&newsitemID=142846

Rammstein: turnê da banda passará pelo Brasil

De acordo com sites europeus, a atual turnê do Rammstein deve passar pela América Latina a partir de novembro. O equipamento da banda deve vir ao continente americano para os shows já confirmados no Canadá, e então o Rammstein passará pelo México, Colômbia, Brasil, Chile e Argentina.
No Brasil, devem ocorrer dois shows em São Paulo, ainda sem data prevista. Aguarda-se ainda a confirmação oficial de datas e locais.

Fonte: http://www.rammsteinfan.com.br/

Paul Di'Anno: mudança nas datas da turnê de vocalista

Após alguns cancelamentos e atualizações, a turnê do vocalista PAUL DI'ANNO pelo Brasil tendo como banda de abertura o SCELERATA passou a contar com as seguintes datas:
5 Aug 2010 - Florianópolis/SC - John Bull Pub
6 Aug 2010 - Curitiba/PR - John Bull Pub
7 Aug 2010 - Londrina/PR - Strettos Pub
8 Aug 2010 - Porto Alegre/RS
12 Aug 2010 - Campinas/SP
13 Aug 2010 - Manaus/AM - Porão do Alemão
14 Aug 2010 - Fortaleza/CE - Ceará in Rock
15 Aug 2010 - Belém/PA
19 Aug 2010 - Goiânia/GO - Bolshoi Club
20 Aug 2010 - Brasília/DF - America Rock Club
21 Aug 2010 - Teresina/PI - Bueiro do Rock
22 Aug 2010 - São Luis/MA
26 Aug 2010 - Rio de Janeiro/RJ - Hard Rock Cafe
27 Aug 2010 - Pouso Alegre/MG - Planeta Azul
28 Aug 2010 - Cachoeiro do Itapemirim/ES - Ilha da Luz
29 Aug 2010 - Juiz de Fora/MG - Cultural Bar
2 Sep 2010 - São Paulo/SP - Manifesto
3 Sep 2010 - Leme/SP
4 Sep 2010 - Novo Horizonte/SP - Experience Rock Bar
5 Sep 2010 - Sorocaba/SP - Plaza Hall
6 Sep 2010 - Santos/SP
7 Sep 2010 - Guarulhos/SP - Rancho

Fonte: wiplash.com

Anthrax: video da banda tocando AC/DC com Dave LombardoAnthrax: video da banda tocando AC/DC com Dave Lombardo



Um vídeo de membros do ANTHRAX tocando o clássico "Whole Lotta Rosie" com Dave Lombardo, do SLAYER, na bateria, pode ser assistido abaixo. O técnico de guitarra de Dave Mustaine, do Megadeth, Willie G, faz os vocais, enquanto Charlie Benante, baterista do ANTHRAX, cuida das guitarras ao lado de Scott Ian.

Fonte: http://www.roadrunnerrecords.com/blabbermouth.net/news.aspx?mode=Article&newsitemID=142886

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Slayer: “Live Intrusion” finalmente será lançado em DVD

"Live Intrusion", primeiro homevídeo do SLAYER, lançado originalmente em 1995 em VHS, será enfim lançado em DVD.
Filmado durante a turnê do álbum “Divine Intervention” no Mesa Amphitheater em Mesa, Arizona, Estados Unidos, em 12 de março de 1995, o show possui clássicos como “Raining Blood”, "At The Dawn They Sleep" e “Hell Awaits”, além do cover de “Witching Hour”, do VENOM, com a participação de Chris Kontos e Robb Flynn, do MACHINE HEAD.
O DVD será lançado em agosto.

Fonte: http://www.slayerized.com/whatsnew/slayernews.html#20100711

Iron Maiden: produtor diz que banda tocará no Brasil

Segundo produtores de Recife a banda inglesa Iron Maiden  deve retornar à cidade em 27 de Março de 2011 com a turnê do novo CD. Esta NÃO É UMA INFORMAÇÃO OFICIAL, mas vem de fonte confiável, a mesma que divulgou o show  da banda no Nordeste em 2009. Se for confirmado, a banda deve tocar em outras cidades do Brasil entre março e abril de 2011.
Veja mais no link abaixo:
http://renatown669.blogspot.com/2010/07/iron-maiden-live-in-recife-2011.html
NOTA DO EDITOR: Embora a informação não seja oficial, outras fontes confiáveis confirmam uma tour do Iron Maiden em março próximo. Datas estão sendo oferecidas a produtores em todo o Brasil.

Fonte:  http://renatown669.blogspot.com/2010/07/iron-maiden-live-in-recife-2011.html

Jon Bon Jovi: cantor sai carregado de show em New Jersey

Jon Bon Jovi  teve uma contração muscular, seguida por fortes dores na panturrilha, que limitaram seus movimentos durante o bis do show no New Meadowlands Stadium, em New Jersey, na sexta-feira, dia 9 de julho.
O cantor, que costuma ser energético em suas apresentações, suava muito e não repôs o líquido perdido de forma adequada. Jon sentiu a conseqüência da desidratação no momento em que fazia sua versão para a música "Glad All Over", originalmente gravada por "The Dave Clark Five".



O líder do Bon Jovi levou a mão à panturrilha após sentir uma fisgada e começou a mancar. Continuou cantando, fazendo movimentos de alongamento e expressões de dor, mas não interrompeu um verso sequer.
"Estou ficando velho, o que posso fazer... mas continuo bonito", brincou, antes de cantar mais uma música, "Livin' On A Prayer", a vigésima sétima e última da noite



Depois dos agradecimentos, o tecladista David Bryan, percebendo que o amigo não conseguia sair do palco sozinho, ofereceu-lhe o ombro e abraçou o vocalista, que deixou o palco sem conseguir encostar a perna esquerda no chão.


Leia a cobertura completa do show, que o grupo deve trazer ao Brasil em outubro, na Ilustrada, caderno de cultura da Folha de São Paulo, nesta segunda-feira (12).

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/764966-bon-jovi-sai-carregado-de-show-em-nova-jersey.shtml

Korzus: pocketshow na Livraria Cultura em São Paulo

A banda KORZUS está dando seqüência na divulgação do seu novo álbum “Discipline Of Hate", lançado pela gravadora alemã AFM Records com um evento inédito.
O evento acontece na Livraria Cultura no Shopping Bourbon Pompéia no dia 14.07.2010 (quarta feira) às 19h30. A banda vai apresentar algumas musicas do seu novo CD. Depois do pocketshow haverá uma sessão de autógrafos e um bate-papo com os fas no auditório da Livraria Cultura.
O novo CD estará a venda no local: Livraria Cultura – Bourbon Shopping Pompeia – Rua Turiassu, 2100.

Fonte: wiplash.com

Jimi Hendrix: guitarrista será homenageado pela Fender

A lenda do rock Jimi Hendrix  será homenageado pela marca de guitarra que ele costumava usar.
Os dirigentes da Fender Musical Instruments Corp. anunciaram que HENDRIX será incluído no Hall da Fama da Fender no próximo mês (10 de agosto).
O Hall da Fama foi criado em 2007, como uma celebração anual dos fundadores da Fender, artistas e outras personalidades.
A irmã de criação de HENDRIX, Janie, e o veterano produtor de rock, Eddie Kramer, estarão entre os convidados especiais na cerimônia.


Fonte:  http://www.contactmusic.com/news.nsf/story/hendrix-honoured-by-fender_1152187

sábado, 10 de julho de 2010

Korn: banda transmite show gravado em "plantação"

Em parceria com os designers da Circlemarks, o Korn fez um show numa espécie de círculo (como aqueles que são comuns no hemisfério norte em plantações e que muita gente acredita ser produto de discos voadores) para uma gravação especial da banda. A informação é do Vírgula.
O projeto aconteceu na cidade natal do Korn, Bakersfield, onde os integrantes cresceram e se conheceram. O objetivo do grupo é disponibilizar o show gravado na plantação para streaming gratuito no MySpace do Korn a partir do dia 12 de julho. Através de um comunicado oficial, o vocalista da banda, Jonathan Davis, falou sobre o assunto. "A preparação e a ideia nos levaram a uma direção musical totalmente nova. Nós aproveitamos a oportunidade para esticar e experimentar com nossa performance", explicou Davis . "Acho que nunca mais seremos os mesmos depois disso", completou.
Junto dos especialistas da Circlemakers, a equipe levou dois dias para criar o desenho. De acordo com o Vírgula, a estrutura mede 200 metros de comprimento por 70 de largura e é uma iniciativa inédita.

Fonte: http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2010/07/08/253440-korn-transmite-show-gravado-em-circulo-de-plantacao

Dimmu Borgir: revelada arte gráfica e título de novo álbumDimmu Borgir: revelada arte gráfica e título de novo álbum


Recentemente o Dimmu Borgir divulgou algumas partes da arte gráfica de seu novo álbum. Dividida em 4 pedaços, a imagem que estampará a frente do CD "Abrahadabra" está completa e você confere abaixo.
O nono álbum de estúdio da banda será lançado pela Nuclear Blast Records dia 24 de setembro na Alemanha, 27 de setembro no restante da Europa e chega à América do Norte em 12 de outubro.
A palavra "Abrahadabra" aparece no terceiro capítulo do livro "Liber Al vel Legis" (referenciado como "O Livro da Lei") escrito pelo ocultista britânico Aleister Crowley, protagonista de grandes clássicos sombrios do heavy metal, como a canção "Mr. Crowley", de OZZY OSBOURNE.
O vocalista Shagrath declarou: "Depois de onze meses de total foco, dedicação e profissionalismo em equipe, a escuridão renasceu. algumas pessoas expressaram sua preocupação sobre o futuro da banda desde que alguns membros do clã partiram. Me deixem garantir a vocês que as coisas acontecem por uma razão. A chama negra queima mais brilhante do que nunca. Com a mistura de nossas diferentes preferências musicais e das personalidades envolvidas, eu vou ousar dizer que nós criamos uma BESTA, o mais detalhado trabalho a ser lançado nos nossos 17 anos de existência. Eu sei que é muito clichê vangloriar-se de quando você faz um novo álbum, mas para deixar rápido e simples, é um punho na cara de todos os que duvidaram por aí".

Fonte: http://www.roadrunnerrecords.com/blabbermouth.net/news.aspx?mode=Article&newsitemID=142781

Final Frontier - Iron Maiden

Wow! Um álbum denso, com extensas referências a dois períodos distintos: fim dos anos 80 de um lado, começo dos anos 2000 de outro. O IRON MAIDEN está à vontade, com uma proposta mais acessível que a do "A Matter of Life and Death" (2006). A grande variação de temas deve funcionar bem ao vivo, embora pessoalmente eu lamente a escolha por durações sempre mais longas. Um pouco mais de espontaneidade e brevidade não iria atrapalhar. Mas é muito bom ver em 2010 a banda ainda em ótima forma e bastante inspirada!
2. El Dorado (6min49)
Já disponível para download no site da banda, o primeiro single não chega a convencer, mas é fato que, com áudio de qualidade, é bem eficiente! Uma cavalgada típica de Steve Harris, com um riff que lembra um pouco "Scream Until You Like It", do WASP, no começo. A atmosfera é próxima do que o grupo se propôs a fazer no "Brave New World"[2000] e mesmo no "Dance of Death"[2003], chegando à parte instrumental, que faz referência direta ao período de "Powerslave" [1984]. Esta faixa, com suas variações de intensidade, funciona bem ao vivo (esteja preparado para reler isto várias vezes). Bruce Dickinson busca um agudo impressionante no refrão, com uma melodia bem marcante.
3. Mother Of Mercy (5min20)
Depois de uma curta introdução de guitarra limpa, Nicko marca o começo da hostilidade e chama um ritmo bem típico da banda. Os solos são espetaculares e o refrão promete ser um sucesso entre os fãs. As transições são bastante fluidas e a conclusão é bem seca, o que permite uma mudança agradável para a faixa seguinte.
4. Coming Home (5min52)
Intro com uníssono de guitarras e baixo, calmo, mas um tanto intrincado. Começa um tipo de balada, com uma espécie de jogo revezando arpeggios limpos e acordes mais elétricos de fundo. O refrão é repetido duas vezes antes do retorno do tema da introdução, culminando num solo aéreo (isto remete à sonoridade de 7th Son…), seguido de outro mais agressivo. Certamente um grande momento ao vivo. Alguns trechos têm várias convenções, o que lembra algo próximo ao Dream Theater (obrigado, Kevin Shirley!). [N. do T.: o produtor já trabalhou em álbuns da banda americana].
5. The Alchemist (4min29)
Começando com tudo, com o baixo fazendo peripécias. Algo meio maluco, e que deve forçar bem os dedos. É a faixa rápida, Maiden por excelência, com um solo a 200 por hora e um final em dueto. Direta, simples, eficiente, e com final seco.
6. Isle of Avalon (9min06)
O GRANDE MOMENTO! Depois de uma intro de guitarra e baixo (como em quase todas as canções épicas da banda), Bruce canta num clima bastante íntimo e teatral, um tipo de declamação na penumbra. Dá para sentir que vai entrar destruindo. A atmosfera é bela e remanescente de "Rime of the Ancient Mariner". E realmente, quando a tempestade irrompe, é bem severa. O ar dos anos 80 certamente trouxe inspiração. Nicko toma conta, e o solo começa de uma maneira bem progressiva (uma franca inovação no repertório do grupo). Uma construção complexa, com magníficas pausas no ritmo e solos para todo lado, surgindo das profundezas. Bruce reina neste musical épico (outro refrão que será difícil de executar ao vivo). Ótima música!
7. Starblind (7min48)
Nova intro calma com um coro onipresente (quase demais). Depois da grande faixa que a precedeu, é difícil voltar a si. A ambientação do "Seventh Son of a Seventh Son" (1988) retorna. Depois de uma pausa que novamente zera tudo, um grande riff religa a máquina para uma fúria de solos. O ritmo, às vezes brutal, às vezes nem tanto, marca a montanha-russa de intensidade desta grande música, que remete ao aspecto prog do "Somewhere In Time"[1986]. A banda está claramente se divertindo. A produção é bastante poderosa, apesar de a soma dos elementos ser, às vezes, muito densa e difícil de digerir de uma vez.
8. The Talisman (9min04)
Imagine Bruce junto a uma fogueira, acompanhado de um violão absolutamente sublime, contando uma história (bem ao estilo "Dance of Death). Mas esta é apenas a intro, porque o restante vem direto na sua cara! Todos os músicos estão em seu máximo, e o refrão retorna mais leve. De repente, um coro de guitarra que a platéia vai acompanhar ao vivo, e que aparece várias vezes na música. Típico Maiden dos anos 2000. Muito boa, mas, como em outras faixas, um tanto prolongada sem necessidade. Outra ótima performance de Bruce!
9. The Man Who Would Be King (8min28)
Outra construção longa, bem ao estilo clássico do Maiden. Uma breve e boa introdução leva a convenções no atacado, com Nicko explorando sua bateria. A intensidade aumenta gradualmente. A parte do solo é novamente muito bela, com uma bateria que foge dos estereótipos do grupo. Nicko está bem solto e dá grande ênfase a esta passagem. Novamente, guitarras para todo lado. Um pouco pesada demais para meu gosto. Consistente, e a densidade do álbum realmente começa a afetar meu discernimento!
10. When the Wild Wind Blows (10min59)
Uma música que contrasta com o resto do álbum, por seu ar um tanto trivial. Na intro, acompanhada pelo som do vento, Bruce chega a tons bastante graves, o que deve descansar um pouco suas cordas vocais no palco [sic]. Mesmo com a chegada de volumosas guitarras, a atmosfera é leve e a canção deve levantar o público, que aproveitará a oportunidade de acompanhar o refrão "Don’t You Know?". A segunda parte tem fraseados mais épicos, que podem lembrar "Blood Brothers" ou "Fear of the Dark". Nicko ainda bate pesado, com vários descansos. Os versos contém uma espécie de tensão, liberada com os "power chords" no final. O álbum termina com o som do vento.

Fonte: http://www.metalsickness.com/live_reports.php?id_review=741

Angra: confira agora o novo single "Arising Thunder"

Confira agora o novo single do Angra, "Arising Thunder", no MySpace oficial do grupo (link abaixo).http://www.myspace.com/angraofficial
Todo o conceito gráfico de “Arising Thunder”, assim como em “Aqua”, foi criado pelo renomado artista brasileiro Gustavo Sazes, contando com a supervisão dos guitarristas Rafael Bittencourt e Kiko Loureiro.
Após o lançamento oficial de "Aqua", o Angra seguirá para sua próxima turnê mundial. 

Fonte: msmetalpress.com

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Iron Maiden: "Um álbum em três semanas, é isso que fazemos"


John Benson do site Vindy.com entrevistou Steve Harris durante a passagem da "The Final Frontier World Tour" pelo Canadá. Confira o que o líder do Iron Maiden falou sobre os shows, fãs, novo disco entre outros assuntos...

"Eu não sei, nós realmente não pensamos em outras bandas", disse o baixista do Iron Maiden Steve Harris, falando de Saskatoon, no Canadá. "Nós só fazemos o que fazemos. Fui ver o Jethro Tull tocar algumas semanas atrás, e foi fantástico. Eles são uma das minhas bandas favoritas de todos os tempos, mas nós realmente não pensamos sobre o que é a nossa banda, especialmente quando estamos escrevendo, gravando ou em turnê. Nós somos meio limitados, mas muito concentrados no que fazemos."

"Ainda assim, é surpreendente. Nós parecemos estar ganhando novos fãs o tempo todo. Eu realmente não posso afirmar sobre o porquê que é assim. Obviamente, as pessoas passam os álbuns para os seus irmãos e filhos, e em muitos casos, toda a família comparece aos shows. É inacreditável. É uma coisa permanente, e não vou questionar isso. Bruce no palco, diz que existem fãs de música, os fãs de metal e então há fãs de Iron Maiden. E é verdade. Eu realmente não sei o que fazemos que inspira esse tipo de adoração, mas eu acho que é bastante singular. "

Harris falou sobre "The Final Frontier" o novo álbum do Iron Maiden, e salientou que é um dos esforços mais originais da banda... "Tentamos algumas coisas novas na gravação, e eu acho que as músicas são bem diferentes. Temos alguns estilos diferentes de composição em andamento, mas nunca planejei isso. Basicamente, basta escrever um álbum em três semanas, é isso que fazemos. Nós não pressionamos a nós mesmos. Isso é o que sempre fizemos. Tivemos que fazer isso quando compomos as músicas de 'The Number Of The Beast' em 1982. Nossos dois primeiros álbuns foram principalmente de canções escritas ao longo de quatro anos. E quando fomos para o terceiro álbum, não tínhamos nenhuma música pronta. Então tivemos que escrever canções em duas ou três semanas. Isso funcionou muito bem, é isso que temos feito desde então."

Quando a conversa é o 'Rock and Roll Hall of Fame and Museum', que nos últimos anos tem abraçado por indução o Heavy Metal com BLACK SABBATH e METALLICA, Harris recusa a se envolver na discussão sobre o Iron Maiden também se fazer presente na "sala sagrada" às margens do Lago Erie. "Não temos o que dizer, eu nunca penso sobre essas coisas. Nós apenas fazemos o que fazemos, e se as pessoas querem nos colocar em algo como isto, então é ótimo. Nós ficaríamos contentes, mas eu não ficaria muito chateado se não acontecer. Desta forma, não esperamos nada de ninguém. Acabamos de sair em turnê e nunca esperamos necessariamente vender tudo em toda parte. Para mim, você é tão bom quanto o seu próximo álbum, e nós vamos partir daí."

Fonte: http://ironmaidenflight666.blogspot.com/2010/07/steve-harris-fazemos-albuns-em-tres.html

Do Reggae ao Heavy Metal: de onde vem o gosto musical?


Será que o encanto por certo estilo de música ocorre de forma racional ou puramente passional? A maioria das pessoas desenvolvem seu “gosto” com o decorrer do tempo, conforme vão amadurecendo e formando sua própria personalidade. Já outras simplesmente gostam de tudo, rotulam-se então como ecléticas. Alguém eclético, teoricamente aprecia o melhor de cada coisa, possui um gosto refinado, escolhendo o que mais lhe agrada, independente de qual grupo pertença. Para muitos a maioria das pessoas que se denominam assim, na verdade, não tem gosto próprio, então acharam o substantivo bastante apropriado para disfarçar sua falta de personalidade própria...

Mas será que esse gosto tem haver com a cultura, intelecto, repertório de vida ou qualquer outra coisa do tipo? Poderíamos tentar dizer que tem haver com a educação que a pessoa teve no decorrer da sua vida. Mas até onde eu sei são poucas as pessoas que ouvem o mesmo som que seus pais, ou pior ainda, que ouvem as mesmas musicas que seus professores. Que, ao menos, em teoria seriam seus educadores. Mas possivelmente o grande instrutor musical é a mídia, principalmente para os jovens. Seja há dez anos atrás ou daqui a vinte anos, é provável que a grande mídia continue ditando como deve ser o “gosto” das pessoas. E não só o gosto musical, já que os meios de comunicação ditam também como você deve se vestir, como deve ser seu tipo físico e como se comportar em cada situação.

Porém, em grande parte dos casos, as pessoas desenvolvem encanto por estilos que vão além daquilo exposto pela imprensa. Por exemplo, o tenebroso funk carioca nutria grande número de admiradores, mesmo antes de ganhar repercussão na mídia. O que dizer dos inúmeros fãs de Jazz ou música erudita? São raras as vezes que esses estilos são vistos na TV ou ouvidos nas rádios. A mesma coisa ocorre com o Blues e com o Heavy Metal. Mas o que torna essa discussão ainda mais complexa é: como as pessoas chegam a esses estilos mais desconhecidos? A resposta mais óbvia seria por intermédio de amigos. Mas aí eu lhe pergunto: como esses amigos descobriram essas canções? Por outros amigos, acredito eu. Na verdade isso se torna uma grande rede de pessoas que passam a conhecer novas musicas, talvez até por acaso, acabam gostando do que ouvem, e passam adiante. O próximo também gosta e passa para outro que passa para outro. É a clássica propaganda boca-a-boca.

Isso me faz pensar até que, talvez, você ame ouvir ópera, mas ainda não saiba. Pois ela ainda não lhe foi apresentada, a rede ainda não passou por você. Se um dia ela vir a passar, você pode virar um grande fã do estilo.

No meu caso, por exemplo, o gosto musical não seguiu lógica alguma, pelo menos ao meu ver. Quando era pequeno, assim como nove entre dez pessoas que eram crianças nos anos 80, o que eu ouvia eram clássicos da música mundial, como XUXA, SERGINHO MALANDRO, TREM DA ALEGRIA entre outros menos cotados. Claro, sem deixar de citar, os magníficos discos do JASPION, JIBAN e principalmente do JIRAYA, que eu tinha em fita K7 e que, para tristeza de meus pais, eu sempre queria ouvir no carro junto com eles...

Depois que fiquei um pouco mais velho desenvolvi gosto pelo Reggae de nomes como CIDADE NEGRA, SKANK (que naquela época ainda não tinha surtado por ser parecido com os BEATLES), PATO BANTON e INNER CIRCLE. Ouvindo essas coisas, passei grande parte da minha infância e pré-adolescência. Até que um belo dia resolvi pedir de aniversário um CD do RED HOT CHILLI PEPPERS ou então um do IRA!, não especifiquei qual dos dois, aquele que encontrassem na loja poderia comprar. Nesse caso foi apresentado a essas bandas por intermédio da mídia. Ambos os grupos tinham seus clipes passando de meia em meia hora na MTV. Era época do “Californication” e do “MTV Ao Vivo” respectivamente. Ganhei o do CHILLI PEPPERS. E adorei aquele disco. Pouco tempo depois um primo meu adquiriu o álbum “Meninos da Rua Paulo” do IRA!. Então o monstrinho do rock estava implantado em nossas veias, ou será, que ele sempre esteve lá e somente foi despertado a partir de então? Não demorou e vieram discos do Green Day, FOO FIGHTERS e até um do NIRVANA.

Mas a grande mudança ainda estava por vir. De algum lugar desconhecido da mente humana, meu irmão sentiu vontade de comprar alguma coisa do METALLICA. Foi até a loja e pediu uma dica para o vendedor de que álbum deveria comprar para começar a conhecer a banda. O vendedor sugeriu o “Black Album”. Meu irmão aceitou a sugestão. Daí pra frente o resto é história. Comecei a ouvir OZZY, BLACK SABBATH, BLIND GUARDIAN, ANGRA, SAVATAGE, Iron Maiden, SLAYER, RAMMSTEIN, MANOWAR e muito, muito mais coisa. Tanto que até hoje continuo conhecendo bandas novas (não necessariamente novas de estrada, mas novas para mim).

Mas voltando ao assunto principal, se alguém enxergar alguma lógica entre sair do Reggae e chegar ao Heavy Metal, por favor, me explique! E como a maioria das pessoas, tive influência da mídia, durou pouco tempo, é verdade, mas tive. Agora ouço coisas que a televisão nunca pensou em exibir na vida. O que é uma pena, pois adoraria ver minhas bandas favoritas na TV.

E você, acredita que possa existir alguma lógica na formação dos gostos musicais das pessoas? Como foi o seu desenvolvimento musical, compartilhe conosco.

Fonte: http://ociocomcafe.blogspot.com/